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domingo, 7 de junho de 2009

Vida boa no útero

Mais Umbert, the Unborn:

A vida no útero é como morar num hotel.
Acomodações luxuosas...
Piscina coberta e aquescida...
Tá vendo? Eu tenho até free cable!

sábado, 18 de abril de 2009

Obama teme que o Vaticano desenvolva armas atômicas

O Marcio Campos indicou no VS Blog, do Veritatis Splendor, um texto muito divertido publicado em inglês no Creative Minority Report. Vejam abaixo uma tradução que fiz (espero que esteja correta).

Obviamente, trata-se de uma piada. O texto brinca com os recentes atritos entre o governo Obama e a Santa Sé (clique nos links no meio do texto para entender do que se está falando), e faz uma paródia do discurso do presidente americano feito ao povo do Irã (distribuído em vídeo, como costuma fazer o quase xará Osama). É engraçado, mas é um humor feito em cima de coisas sérias - tristemente sérias.

O texto:

Projeto Fogo Sagrado - Ficando Perigoso


Em um lance realmente surpreendente, o Vaticano anunciou hoje que começou a desenvolver seu próprio programa nuclear.

Um porta-voz da Santa Sé anunciou hoje que o Vaticano está operando 3 mil centrífugas no território da Cidade do Vaticano como parte de um esforço para desenvolver capacidade nuclear. De acordo com Monsenhor T. J. Kong, “É importante que o Vaticano se torne independente do ponto de vista energético. É claro que os objetivos são totalmente pacíficos. Entretanto, se resolvêssemos desenvolver armas nucleares, isso seria um direito nosso. Mas, por enquanto, o Projeto Fogo Sagrado tem natureza inteiramente pacífica.”

Líderes de todo o mundo foram surpreendidos com o anúncio do Projeto Fogo Sagrado e agora se indagam se os cientistas do Vaticano possuem a tecnologia para construir armas nucleares. Uma importante autoridade da União Européia, que não quis se identificar, afirma que eles possuem. “Lembrem-se, a Igreja inventou a ciência moderna e quem sabe o tipo de informação que eles têm naqueles arquivos do Vaticano?”

A reação internacional foi rápida. Enquanto anteriormente a administração Obama havia demonstrado pouco respeito pela pequena cidade-estado, (apoiando entusiasticamente o aborto, forçando a remoção de símbolos cristãos antes de discursar em universidade católicas, tentando eliminar a objeção de consciência para funcionários católicos do sistema de saúde e de agências de adoção, financiando a destruição de embriões e repetidamente tentando nomear embaixadores abortistas) parece que agora o Vaticano atraiu sua atenção.

Em um pronunciamento na TV feito às pressas e endereçado ao Vaticano, Obama disse:

“Hoje eu quero estender meus melhores desejos a todos aqueles que celebram a Páscoa no Vaticano e em todo o mundo. Este feriado é tanto um antigo ritual como um momento de renovação, e eu espero que vocês desfrutem esta época do ano com seus amigos e com suas famílias.

Em especial, eu gostaria de falar diretamente ao povo e aos líderes da Cidade do Vaticano. A Páscoa é só uma parte de sua grande e célebre cultura. Por muitos séculos, sua arte, sua música, suas cruzadas e inquisição têm feito do mundo um lugar melhor e mais belo.

Aqui nos Estados Unidos nossas próprias comunidades têm sido aprimoradas pelas contribuições dos vaticano-americanos. Nós sabemos que vocês são uma grande civilização, e suas conquistas têm merecido o respeito dos Estados Unidos e do mundo.

Eu sei que, freqüentemente, durante as administrações anteriores, os Estados Unidos agiram com mão pesada relativamente aos interesses dos vaticanos. Aqueles dias acabaram.

Com o intuito de demonstrar meu respeito pelo Vaticano e por todo o seu povo, eu anuncio hoje que estou cancelando meu discurso na Universidade de Notre Dame. Em primeiro lugar, eu nem queria mesmo fazê-lo, mas David Axelrod pensava que seria uma boa idéia. Além disso, se eu for discursar em outra universidade católica, eu não mais solicitarei que seja removido nenhum símbolo cristão. Agora que eu sei que o Vaticano está ficando perigoso, todas as pré-condições para o diálogo estão eliminadas.

Eu espero que vocês respondam gentilmente ao meu gesto de boa vontade. Talvez encerrando sua oposição aos preservativos ou à ordenação de mulheres; mas isso não é pré-condição ao diálogo. Eu pretendo continuar fazendo concessões enquanto vocês nos odiarem. Obrigado, e como dizem na grande linguagem do Vaticano, Sursum Corda ('Corações ao alto')."

O Papa não foi encontrado para comentar.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

"Funciona melhor quando compartilhado"

Mais uma de Umbert, o Não Nascido:

Lembram que ele tinha recebido um manual sobre como usar o coração? Ele continua a leitura...

- "Você é agora o orgulhoso proprietário de um coração humano."
- "Seu coração é desenvolvido para fornecer por toda a vida um suprimento..."
- "...de Amor, Compaixão e Generosidade."
- Funciona melhor quando compartilhado com os outros.

Mais Umbert:
- Página oficial de Umbert
- As aventuras de um feto
- Mais Umbert, the Unborn

domingo, 29 de março de 2009

Papa Bento XVI envolvido em nova polêmica ao retornar de viagem à África

Atenção, o texto abaixo é só uma piada. Mas uma piada que traduz muito bem o espírito do tempo, o espírito de "todos contra Roma". Parece que o original circula pela internet em inglês. A versão que publicamos aqui é do blog Oblatvs.

Uma nova tempestade midiática contra o Papa

Retornando da África, tão logo desembarcou em Roma em uma tarde ensolarada, o Papa teria exclamado aos jornalistas: “Que belo tempo, hoje!”

Esta frase imprudente despertou em todo o mundo grande comoção e perplexidade e está alimentando uma polêmica crescente. Recolhemos algumas reações mais significativas.

Do arcebispo de Salsburgo: “Reafirmamos a plena fidelidade da Igreja austríaca ao Pontífice e estamos unidos a ele. Mas é espontâneo perguntar-se se por acaso ele não queira fazer a Igreja regredir a uma seita animista de adoradores do sol. Depois desta frase, o número de pessoas que pedem o cancelamento dos registros fiscais que sustentam a Igreja católica aumentou consideravelmente”.

De Alain Juppé, ex-primeiro ministro francês e atual prefeito de Bordeaux: “No instante em que o papa pronunciava estas palavras, em Bordeaux chovia aos cântaros. Esta contra-verdade, próxima ao negacionismo, mostra que o papa vive em um estado de total autismo. Isto destrói, se ainda fosse necessário fazê-lo, o dogma da infalibilidade pontifícia”.

Do Rabino-chefe de Roma: “Como se pode ainda imaginar que faça um belo tempo depois da Shoah [O Holocausto]? Somente no dia em que decidir visitar-me na Sinagoga de Roma, talvez, poderemos verificar juntos como estará o tempo”.

Margherita Hack, astrônoma e astrofísica: “Afirmando sem meios termos e sem provas objetivas indiscutíveis ‘que belo tempo hoje’, o papa demonstra o desprezo bem conhecido da Igreja pela Ciência, que desde sempre combate o dogmatismo. O que há de mais subjetivo e relativo do que esta noção de ‘belo’? Sobre quais provas experimentais indiscutíveis se apoia? Os metereologistas e os especialistas na matéria não chegaram a um acordo sobre a questão no último Colóquio Internacional em Caracas. E agora Bento XVI, ‘ex cathedra’, pretende decidir por si mesmo com tamanha arrogância. Ver-se-ão fogueiras acesas para todos aqueles que não concordam inteiramente com a noção papal de belo e mau tempo?”

Da Associação das Vítimas do Aquecimento Global: “Como não ver nesta declaração provocativa um insulto a todas as vítimas passadas, presentes e futuras dos caprichos do clima, das inundações, dos tsunamis, da seca? esta aquiescência ao ‘tempo que faz’ mostra claramente a cumplicidade da Igreja com estes fenômenos destrutivos, nos quais pretende ver sinais ‘providenciais’ de um Deus vingador e punitivo. E, o que é pior, tal atitude não faz senão encorajar aqueles que causam o aquecimento do planeta, porque poderão agora fazer valer o aval do Vaticano.”

Do Conselho Mundialista: “O papa finge esquecer que enquanto esplende o sol em Roma, uma parte do planeta mergulha na obscuridade noturna. Eis um sinal intolerável de desprezo por vastíssimas partes do mundo e um claro sinal, embora não fosse mais necessário, do eurocentrismo neocolonial deste papa alemão”.

Do Comitê americano das Associações feministas: “Por que o papa quis dizer ‘que belo tempo’ usando termos que, na frase original em italiano, estão no masculino? Poderia ter utilizado belissimamente palavras femininas como ‘que bela tarde’, ou melhor ainda ‘que tempo atraente’, usando assim um adjetivo ‘inclusivo’, uma vez que não se flexiona diferentemente seja no masculino como no feminino. É evidente que este papa, que outrora condenou a fórmula do batismo e de bênçãos não machista (‘In the name of the Creator, the Redeemer and the Sanctifier’), mostra em cada ocasião a sua adesão aos princípios mais retrógados. É desanimador que em 2009 alguém ainda esteja a tal ponto atrasado”.

Da Liga dos Direitos do Homem: “Este tipo de declaração não pode senão ferir profundamente todas as pessoas que têm da realidade uma visão diferente da do papa. Pensamos, em particular, nas pessoas imobilizadas no hospital, ou aprisionadas, cujo horizonte se limita às quatro paredes; e também nas vítimas de doenças raras cujos sentidos não permitem que percebam o estado da situação atmosférica. Há aqui, é evidente, uma vontade de discriminação entre o ‘belo’, segundo o cânone helenizante que se deseja impor a todos (em detrimento das minorias, dos afroamericanos e de todo conceito de ‘inculturação’), e aqueles que, por escolha ou por impossibilidade percebem as coisas de maneira diferente. Nós proporemos, a título de exemplo, ações judiciais por discriminação contra este papa”.

De Alberto Melloni, da escola de Bolonha: “Bem se vê a profunda diferença entre este papa introvertido e fechado em si e no seu mundo ultrapassado, que se limita a uma observação climática sem lhe tirar as devidas consequências, e a paterna abertura ao mundo do Papa João XXIII que, depois de haver observado a lua no céu, convidava todos a levar a seus filhinhos a carícia do Papa. Quando enfim um João XXIV retomará a causa do Espírito conciliar, que os últimos papas tentaram sufocar?”

De Beppe Severgnini, jornalista: “O Papa é o Papa. Ponto. Mas não se pode não pensar com um pouco de nostalgia que João Paulo II teria dito as mesmas palavras, talvez em romanesco (‘ggiornata bbona!), e agitando o solidéu branco aos fiéis que o acompanhavam de casa”.

O L’Osservatore Romano publicou uma versão ligeiramente diferente das palavras precisas do Papa (ele teria dito, segundo o L’Osservatore: “alguém poderia dizer que faz um belo tempo”). Mas os registros de áudio e vídeo dos jornalistas desmentiram a versão edulcorada. Muitos atacaram a ingenuidade do Pe. Lombardi que, embora estivesse ao lado do Papa, não interveio para impedir a afirmação ou imediatamente explicar melhor seu sentido.

Membros influentes da Cúria tentaram atenuar a gravidade da frase do Papa, destacando o seu cansaço depois da viagem africana, tendo em consideração a avançadíssima idade do Pontífice, declarando ainda que a frase incriminada foi mal compreendida e desejava ter um significado teológico-metafísico e não climático, como grosseiramente foi interpretada.

Mas a polêmica não dá sinais de esgotamento.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Mais Umbert, the Unborn

Só pra descontrair, mais uma tirinha do feto mais divertido das paradas, Umbert, the Unborn.


- Acabo de receber um manual de instruções para o meu novo coração.
- ATENÇÃO: Conteúdo Frágil. Manuseie com cuidado.
- Alguns danos podem ocorrer. Consulte o capítulo 3.
- CAPÍTULO 3. Como reparar um coração partido. Uau! Eles pensaram em tudo!

Veja também: As aventuras de um feto.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

As aventuras de um feto

Passeando pela internet descobri uma tirinha muito interessante criada pelo americano Gary Cangemi: trata-se de Umbert, the Unborn - ou, Umbert, o Não-Nascido.

Seu personagem principal é o feto Umbert e o cenário é sempre o útero de sua mãe, de onde ele se comunica com outros fetos e com os adultos do lado de fora. Criada em 2001, a tirinha é um jeito divertido de defender o valor da vida. O próprio autor descreve seu personagem assim:

"Umbert é uma criança ainda não nascida de sexo ainda não determinado que tem no útero da mãe o seu universo particular, seu playground e seu local de reflexão de onde ele pode antecipar a vida e o mundo que o aguardam".

Abaixo, um exemplo (traduzido em seguida):

- Alô? Serviço de Útero? Eu queria um sanduíche de manteiga de amendoim com atum.
- Querido, eu estou com um desejo enorme de sanduíche de manteiga de amendoim com atum.
- Que horrível! Como você pode comer isso?
- Hei! Eu sou novo nisso!

Divirta-se na página oficial de Umbert.

"O que pode temer o filho nos braços do Pai?"

São Pio de Pietrelcina