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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

A infância de Jesus: breve, mas belo e profundo livreto de Bento XVI

Publicado no final de 2012, o livreto A infância de Jesus, do Papa Bento XVI, é uma boa dica de leitura neste momento em que o Natal está chegando. Nele, o agora Papa Emérito sintetizou, em linguagem bastante clara e em prosa muito concisa, vários estudos já feitos sobre a história do nascimento de Cristo, diversas informações históricas e vários conceitos teológicos, tudo isso sem perder a profundidade.

O livro não foge de nenhuma questão complexa, abordando o que já foi dito sobre vários pontos controversos e apontando uma solução. Por exemplo: houve mesmo um grande recenseamento em Israel? José e Maria tiveram mesmo que se deslocar para Belém? Mas por quê? A datação do nascimento de Jesus está mesmo errada? Houve um massacre dos inocentes?

Uma nota sobre a imprensa

Uma nota curiosa: quando o livro foi lançado em 2012, a imprensa brasileira fez alarde sobre um ponto específico: os personagens presentes na hora do nascimento. O jornal Estado de Minas publicou a matéria mais maluca: “Livro do Papa sobre Jesus altera a cena do presépio“. Logo na primeira linha: “Personagens garantidos nos presépios de Natal, as mulas e os bois podem ficar de fora este ano”. Na verdade, tudo o que Bento XVI diz no livro é que os animais não são mencionados nos evangelhos, mas que desde cedo firmou-se uma tradição de imaginá-los na cena do nascimento. O Papa explica os motivos práticos e teológicos disso, e conclui: “Nenhum presépio prescindirá do boi e do jumento”.

Como os jornalistas fizeram uma distorção tão grande sobre um detalhe tão pequeno? Esse episódio nos ajuda a refletir sobre como se faz jornalismo hoje, no Brasil e no mundo. A necessidade de vender, e de chamar a atenção a qualquer custo, faz com que jornalismo e entretenimento se misturem a ponto de quase se confundirem. Editores e redatores tendem a realçar aspectos bizarros, ou engraçados, ou controversos, ou inusitados das histórias a serem contadas apenas para tentar captar a atenção do leitor. Não importa se tais aspectos não são realmente importantes – e, muitas vezes, não importa sequer se são verdadeiros. Mas, deixa pra lá, voltarei a isso em outro momento.

sábado, 26 de dezembro de 2009

Feliz Natal

Nesse momento de paz,
onde todas as pessoas se abraçam,
se entendem, se cumprimentam e buscam por novos sonhos, para tentar descobrir a razão de ser feliz de verdade.

Neste momento onde Deus se faz presente em cada oração,
cada família, em todos os lares, eu também gostaria de expressar o meu carinho por você.

Quero desejar que os seus passos nunca estejam sós; estejam sempre amparados pelos querubins e arcanjos que têm a missão de caminhar com você segurando firme em suas mãos, para que os seus pés nunca venham a tropeçar no meio do caminho.

Que neste Natal você possa sentir a presença de Deus, da paz, do amor e do perdão.

Feliz Natal, na paz de Deus, que sempre pode todas as coisas; pois, para o Senhor nada é impossível.

Desejo que você realize os seus ideais.

Feliz Natal

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

A noite mais importante da História


Naquela noite, uma estrela enorme, fulgurante, maravilhosa, brilhou sobre a Terra. Povos de todo o mundo a viram, pois ela brilhou ainda por muitas noites. Ela chamou a atenção dos reis e dos sábios, dos pequeninos e dos humildes. Aquela estrela brilhou, majestosa, para anunciar o acontecimento mais importante da História. Para anunciar que o dia mais esperado de todos os tempos, o dia prometido pelo qual o Povo Escolhido esperava havia milênios, havia chegado. Não foi apenas a estrela brilhante que anunciou esse dia. Anjos cantaram no Céu para comemorar: "Hosana nas alturas! Bendito O que vem em nome do Senhor!" O Filho de Deus acabava de nascer.

Você já parou para pensar em como esse acontecimento é maravilhoso e cheio de significados?

Ao nascer como homem, como pequena e frágil criança, Deus fez-se carne. Deus, na pessoa do Filho, assumiu a forma da sua criatura. Deus escolheu viver entre nós, como nós, padecendo as mesmas sofrimentos, compartilhando as mesmas alegrias. Deus decidiu sentir frio, calor, medo, dor, mas também o carinho de uma família, o calor da amizade, o prazer do sorriso. Ora, somente um gesto pode demonstrar mais amor do que esse de nascer como nós e viver junto de nós: morrer por nós, um milagre que ocorreu pouco mais de trinta anos depois dessa noite.

Pense no assombro dos pastores quando foram surpreendidos no meio da noite por uma multidão de anjos. E em sua alegria, logo em seguida, de poder estar – os primeiros do mundo inteiro – diante de Deus feito homem. Pense nos reis magos, que estavam acostumados com todo luxo e toda pompa, que haviam procurado Deus durante a vida inteira e foram encontrá-Lo envolto em trapos, pequenino, numa estrebaria. Pense em Maria e José, que tinham diante de si a responsabilidade infinita, a honra e o prazer únicos de serem os pais terrenos de Deus.

Ao nascer em meio à simplicidade, longe do conforto, cercado de pessoas simples, Jesus também dá um recado. Os homens costumam valorizar o status, o poder, as aparências. Deus ignora essas coisas. Os pobres pastores judeus e os ricos Magos da Pérsia o encontram. É o sinal de que Ele veio para todos os homens e para todas as mulheres, de todos os lugares.

Os significados do Natal são tão gigantescos e surpreendentes que não é possível falar de todos num pequeno texto. Apenas temos que lembrar que é a noite mais importante de todos os tempos e sua importância é essa: é a noite em que Jesus Cristo, o Filho de Deus, nasceu entre os homens. É o dia em que começa uma longa caminhada que culminará com a Ressurreição, com a vitória sobre a morte. É por isso que, na época do Natal, as pessoas ficam mais solidárias, mais abertas ao amor. Ora, foi nesse dia que o Amor se fez carne.

É por isso também que é importante valorizar o real significado do Natal. Papai Noel, presentes, decoração natalina, ceia. Essas coisas todas são boas, mas não são o essencial. O que importa é celebrar o nascimento de Jesus, o que importa é nos oferecermos a Ele, é saudá-lo e honrar o seu nascimento mudando os nossos corações, buscando verdadeiramente a santidade. De nada adianta fazer uma grande festa se ainda nos prendemos ao pecado. De nada adianta entoar cânticos se não mudarmos de vida, se não buscarmos seguir o caminho que Jesus nos aponta. Devemos deixar Cristo nascer em nós, para que possamos renascer com Ele. Isso sim, é Natal.

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quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Jingle Bells

Jingle Bells é outra popularíssima canção natalina. Foi escrita pelo americano James Lord Pierpont em 1857.

O mais curioso sobre essa canção é que originalmente ela não é natalina. É uma canção de inverno - sua letra em inglês fala de como é divertido passear de trenó sobre a neve. Como no hemisfério Norte o Natal coincide com o inverno, Jingle Bells acabou se tornando uma canção natalina. Isso, na língua inglesa.

Já na língua portuguesa, a versão Bate o Sino é tem uma letra mais adequada ao espírito natalino verdadeiro, enaltecendo a oração e pedindo as bênçãos do Menino Jesus.

Bate o Sino

Bate o sino, pequenino,
sino de Belém,
Já nasceu o Deus Menino
Para o nosso bem.

Paz na Terra pede o sino
alegre a cantar
Abençoe, Deus menino,
este nosso lar.

Hoje a noite é bela;
juntos eu e ela,
vamos à capela
felizes a rezar.

Ao soar o sino,
sino pequenino,
vai o Deus Menino
nos abençoar.


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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Papa pede a cristãos quem montem presépio em casa

Do Zenit:

CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 17 de dezembro de 2008 (ZENIT.org).- Bento XVI sublinhou a importância do presépio como símbolo do Natal nos lares, durante as saudações nas diversas línguas aos peregrinos reunidos na Sala Paulo VI para a audiência geral.

Após uma linda catequese, na qual explicou o sentido profundo do Natal, o Papa se dirigiu aos peregrinos de língua italiana e lhes explicou a importância deste tradicional símbolo natalino nos lares cristãos.

«Imagino que em vossas casas estarão terminando de preparar o presépio, que constitui uma sugestiva representação do mistério do Natal de Cristo», disse o Papa aos presentes.

Trata-se de «um elemento muito importante, não só da nossa fé, mas também da arte e da cultura cristãs», assegurou.

O bispo de Roma expressou seu desejo de que a tradição do presépio «continue fazendo parte desta grande solenidade: no fundo, é uma simples e eloqüente forma de recordar Jesus, que, fazendo-se homem, veio habitar no meio de nós».

«Com o presépio, Ele realmente está no meio de nós», acrescentou.

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Noite Feliz



Noite Feliz é certamente uma das mais populares canções natalinas em todo o mundo. Há versões em praticamente todas as línguas. A versão original é austríaca, escrita em alemão. O autor da letra foi o padre católico Joseph Mohr, que a escreveu em 1816, aos 24 anos de idade. Já a melodia tem como autor o compositor Franz Xaver Gruber. O título original é Stille Nacht, heilige Nacht.

O primeiro registro de uma execução pública da canção data do dia 24 de dezembro de 1818 (há 190 anos), na igreja de São Nicolau na cidade de Oberndorf. Uma inovação é que Noite Feliz foi composta para ser cantada com acompanhamento de cordas e não de órgão, que era mais comum à época. Há lendas de que isso ocorreu simplesmente porque o órgão da igreja estava estragado, mas não há certeza quanto a essa informação.

A igreja de São Nicolau foi demolida, mas atualmente no mesmo lugar existe uma pequena capela chamada Stille-Nacht-Gedächtniskapelle (Capela Memorial Noite Feliz) e um museu alusivo à canção.

As inúmeras versões da canção austríaca não são absolutamente fiéis à letra original. Stille Nacht tem 30 versos distribuídos em seis estrofes. Já a versão em inglês, Silent Night, e a versão brasileira têm 18 versos em 3 estrofes. Curiosamente há outra versão em português de Portugal, substancialmente diferente, chamada Noite de Paz.

Para saber mais sobre a história da canção, clique aqui (em inglês).
Ouça a versão original em alemão aqui.
Ouça a versão em inglês aqui (by The Corrs).
Para ver traduções em várias línguas, clique aqui.

Noite Feliz

Noite feliz, noite feliz
Oh, Senhor, Deus de amor
Pobrezinho nasceu em Belém
Eis na lapa Jesus, nosso bem
Dorme em paz, ó Jesus
Dorme em paz, ó Jesus

Noite feliz, noite feliz
Oh, Jesus, Deus da luz
Quão afável é teu coração
Que quiseste nascer nosso irmão
E a nós todos salvar
E a nós todos salvar

Noite feliz, noite feliz
Eis que no ar vem cantar
Aos pastores, os anjos do céu
Anunciando a chegada de Deus
De Jesus Salvador
De Jesus Salvador

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sábado, 13 de dezembro de 2008

Jesus nasceu mesmo num dia 25 de dezembro

O texto não é recente, mas é muito interesante. Nele o famoso jornalista italiano Vittorio Messori, do Corriere della Sera, defende que é perfeitamente razoável que Jesus tenha realmente nascido num dia 25 de dezembro. Para quem não sabe, essa data é muito controversa. Tem-se conhecimento de que era, nos tempos do Império Romano, a data de uma festa pagã de um deus identificado com o sol. Para alguns estudiosos, foi por isso que a Igreja escolheu o 25 de dezembro como data do Natal: para combater o paganismo. Aliás, em nenhum momento os Evangelhos revelam a data exata do nascimento de Cristo. Por isso muita gente defende que pode ter sido em qualquer um dos 365 dias do ano...

Mas Vittorio Messori tem uma argumentação muito boa contra essa idéia. Vejam abaixo:

JESUS NASCEU MESMO NUM DIA 25 DE DEZEMBRO...

Texto originalmente publicado pelo jornal Corriere della Sera em 9 de julho de 2003
Reproduzido pelo site Veritatis Splendor

Citação:
MESSORI, Vittorio. Apostolado Veritatis Splendor: JESUS NASCEU MESMO NUM DIA 25 DE DEZEMBRO.... Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/4698. Desde 03/12/2008.

Devo corrigir um erro que cometi. Aconteceu que num momento de mau humor, desejei – precisamente num meu artigo – que a Igreja se decidisse a fazer uma alteração no calendário: que transferisse para o dia 15 de Agosto aquilo que celebra no dia 25 de Dezembro. Um Natal no deserto estivo – argumentava eu – libertar-nos-ia das insuportáveis iluminações, dos enjoativos trenós com renas e Pais Natais, e até da obrigação de mandar cartões de Boas Festas e prendas. De facto, quando todos estão fora, quando as cidades estão vazias, a quem – e para onde – mandar cartões de Boas Festas e embrulhos enfeitados de fitas e laçarotes? Não são os próprios Bispos que trovejam contra aquela espécie de orgia consumista a que se reduziram as nossas Festas de Natal? Então, “fintemos” os comerciantes: passemos tudo para o dia 15 de Agosto. A coisa – observava eu – não parece ser impossível: de facto, não foi a necessidade histórica, mas sim a Igreja a escolher o dia 25 de Dezembro para contrastar e substituir as festas pagãs nos dias do solstício de Inverno: colocar o nascimento do Cristo em lugar do renascimento do Sol Invictus. No início houve, portanto, uma decisão pastoral, mas esta pode ser mudada, consoante as necessidades.

Era uma provocação, obviamente, mas que se baseava naquilo que é (ou, melhor, que era) pacificamente aceite por todos os estudiosos: a colocação litúrgica do Natal é uma escolha arbitrária, sem ligação com a data do nascimento de Jesus, a qual ninguém estaria em condições de poder determinar. Ora bem, parece que os especialistas se enganaram mesmo; e eu, obviamente, com eles. Na realidade, hoje - graças também aos documentos de Qumran* - estamos em condições de poder estabelecê-lo com precisão: Jesus nasceu mesmo num dia 25 de Dezembro. Uma descoberta extraordinária a sério e que não pode ser alvo de suspeitas de fins apologéticos cristãos, dado que a devemos a um docente judeu, da Universidade Hebraica de Jerusalém.

Procuremos compreender o mecanismo, que é complexo, mas fascinante. Se Jesus nasceu a 25 de Dezembro, a sua concepção virginal ocorreu, obviamente 9 meses antes. E, com efeito, os calendários cristãos colocam no dia 25 de Março a Anunciação do Anjo S. Gabriel a Maria. Mas sabemos pelo próprio Evangelho de S. Lucas que, precisamente seis meses antes, tinha sido concebido por Isabel, João, o precursor, que será chamado o Baptista. A Igreja Católica não tem uma festa litúrgica para esta concepção, mas a Igreja do Oriente celebra-a solenemente entre os dias 23 e 25 de Setembro; ou seja, seis meses antes da Anunciação a Maria. Uma lógica sucessão de datas, mas baseada em tradições não verificáveis, não em acontecimentos localizáveis no tempo. Assim acreditávamos todos nós, até há pouquíssimo tempo. Mas, na realidade, parece mesmo que não é assim.

De facto, é precisamente da concepção do Baptista que devemos partir. O Evangelho de S. Lucas abre-se com a história do velho casal, Zacarias e Isabel, já resignado à esterilidade – considerada uma das piores desgraças em Israel. Zacarias pertencia à casta sacerdotal e, um dia, em que estava de serviço no Templo de Jerusalém, teve a visão de Gabriel (o mesmo anjo que aparecerá seis meses mais tarde a Maria, em Nazaré), o qual lhe anunciou que, não obstante a idade avançada, ele e a mulher iriam ter um filho. Deviam dar-lhe o nome de João e ele seria grande «diante do Senhor».

Lucas teve o cuidado de precisar que Zacarias pertencia à classe sacerdotal de Abias e que quando teve a aparição «desempenhava as funções sacerdotais no turno da sua classe». Com efeito, no antigo Israel, os que pertenciam à casta sacerdotal estavam divididos em 24 classes, as quais, alternando-se segundo uma ordem fixa e imutável, deviam prestar o serviço litúrgico no Templo, por uma semana, duas vezes por ano. Já se sabia que a classe de Zacarias - a classe de Abias - era a oitava no elenco oficial. Mas quando é que ocorriam os seus turnos de serviço? Ninguém o sabia. Ora bem, o enigma foi desvendado pelo professor Shemarjahu Talmon, docente na Universidade Hebraica de Jerusalém, utilizando investigações desenvolvidas também por outros especialistas e trabalhando, sobretudo, com textos encontrados na Biblioteca essena de Qumran. O estudioso conseguiu precisar em que ordem cronológica se sucediam as 24 classes sacerdotais. A de Abias prestava serviço litúrgico no Templo duas vezes por ano, tal como as outras, e uma das vezes era na última semana de Setembro. Portanto, era verosímil a tradição dos cristãos orientais que coloca entre os dias 23 e 25 de Setembro o anúncio a Zacarias. Mas esta verosimilhança aproximou-se da certeza porque os estudiosos, estimulados pela descoberta do Professor Talmon, reconstruíram a “fileira” daquela tradição, chegando à conclusão que esta provinha directamente da Igreja primitiva, judaico-cristã, de Jerusalém. Esta memória das Igrejas do Oriente é tão firme quanto antiga, tal como se confirma em muitos outros casos.

Eis, portanto, como aquilo que parecia mítico assume, improvisamente, uma nova verosimilhança - Uma cadeia de acontecimentos que se estende ao longo de 15 meses: em Setembro o anúncio a Zacarias e no dia seguinte a concepção de João; seis meses depois, em Março, o anúncio a Maria; três meses depois, em Junho, o nascimento de João; seis meses depois, o nascimento de Jesus. Com este último acontecimento, chegamos precisamente ao dia 25 de Dezembro; dia que não foi, portanto, fixado ao acaso.

Sim, parece que festejar o Natal no dia 15 de Agosto é coisa não se pode mesmo propor. Corrijo, portanto, o meu erro, mas, mais que humilhado, sinto-me emocionado: depois de tantos séculos de investigação encarniçada, os Evangelhos não deixam realmente de nos reservar surpresas. Parecem detalhes aparentemente inúteis (o que é que importava se Zacarias pertencia à classe sacerdotal de Abias ou não? Nenhum exegeta prestava atenção a isto) mas que mostram, de improviso, a sua razão de ser, o seu carácter de sinais duma verdade escondida mas precisa. Não obstante tudo, a aventura cristã continua.

[tradução realizada por pensaBEM.net]

Nota:
* Os manuscritos de Qumran foram descobertos em 1947, perto das margens do Mar Morto, na localidade de Qumran, localidade onde a seita hebraica dos Essénios tinha nos tempos de Jesus a sua sede principal. Os manuscritos foram encontrados em ânforas, provavelmente escondidos pelos monges da seita, quando tiveram de fugir dos romanos provavelmente entre 66 e 70 d. C. Aqueles pergaminhos deram-nos os textos de quase todos os livros da Bíblia copiados de dois a um século antes de Jesus e perfeitamente coincidentes com os que são usados hoje pelos hebreus e pelos cristãos(cfr. Hipóteses sobre Jesus, Porto, Edições Salesianas, 1987, p. 101).

Angels we have heard on high

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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Angels we have heard on high



Angels we have heard on high
(algo como Anjos que ouvimos nas alturas) é uma popularíssima canção natalina. A canção original, na verdade, é francesa (Les anges dan nos campagnes), mas a versão mais conhecida é mesmo em inglês. Ela é sempre cantada com um trecho do hino Gloria, composto pelo americano Edward Shippen Barnes.

Angels we have heard on high
Sweetly singing over the plains
And the mountains in reply,
Echoing their joyous strains.
Gloria
In excelsis Deo
Gloria
In excelsis Deo

Shepherds, why this Jubilee?
Why your joyous strains prolong?
What the gladsome tidings be
Which inspire your heavenly song?
Gloria
In excelsis Deo
Gloria
In excelsis Deo

Come to Bethlehem and see
Him whose birth the angels sing;
Come, adore on bended knee
Christ, the Lord,
the newborn King
Gloria
In excelsis Deo
Gloria
In excelsis Deo

See Him in a manger laid
Jesus, Lord of heaven and earth!
Mary, Joseph, lend your aid,
With us sing our Savior's birth.
Gloria
In excelsis Deo
Gloria
In excelsis Deo
Tradução

Anjos que ouvimos nas alturas
Cantando docemente sobre as planícies
E as montanhas em resposta
Ecoando sua alegria com força

Gloria
A Deus no alto dos Céus
Glória
A Deus no alto dos Céus

Pastores, porque este jubilo?
Por que sua alegria se prolonga nessa canção?
O que sua alegria anuncia
Que inspira sua canção celestial?

Gloria
A Deus no alto dos Céus

Venha a Belém e veja
O nascimento do Cristo, os anjos cantando
Venha, adore de joelhos dobrados
Cristo, o Senhor, o Rei recém nascido

Gloria,
(os Anjos cantam)
A Deus no alto dos Céus

Nesse dia, o Cristo nasceu
(Todos os anjos cantam uma canção celestial)
Glória
A Deus no alto dos Céus

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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Preparemo-nos para o nascimento do Menino Deus

“No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado da parte de Deus para uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, a uma virgem, prometida em casamento a um homem, chamado José, da casa de Davi. O nome da virgem era Maria. Entrando onde ela estava, o anjo lhe disse: “Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!” Ao ouvir as palavras, ela se perturbou e refletia no que poderia significar a saudação. Mas o anjo lhe falou: “Não tenhas medo, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus. Ele será grande e será chamado Filho do Altíssimo. O Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai. Ele reinará na casa de Jacó pelos séculos e seu reinado não terá fim”.
Maria perguntou ao anjo: “Como acontecerá isso, pois não conheço homem?” Em resposta o anjo lhe disse: “O Espírito Santo virá sobre ti e o poder do Altíssimo te cobrirá com sua sombra; é por isso que o menino santo que vai nascer será chamado Filho de Deus... porque para Deus nada é impossível”.

Disse então Maria: “Eis aqui a serva do Senhor. Aconteça comigo segundo tua palavra!”
É assim que São Lucas nos relata, no primeiro capítulo de seu Evangelho, esse momento sublime da nossa História. Naquele dia, quando a jovem noiva foi surpreendida pelo anjo a lhe dar a mais importante notícia de todos os tempos, sua resposta, o seu “sim!” abriu as portas da salvação para todos nós.

O Natal se aproxima e devemos nos preparar para receber o Menino Santo, o Filho de Deus, como Maria se preparou. Devemos ter a mesma coragem que ela e São José tiveram para abrir mão de seus projetos a fim de cumprir a missão que Deus lhes confiou, aceitando a grande responsabilidade de serem pais terrenos de Jesus, suportando bravamente as dificuldades. Precisamos ter a mesma fé, a mesma fortaleza, o mesmo desprendimento.

Maria foi escolhida para ser a mãe do Salvador. E ela foi convidada: poderia ter se recusado. Se isso tivesse acontecido, tudo seria diferente. Mas Maria colocou-se nas mãos de Deus, fez-se serva do Senhor e acolheu Jesus Cristo em seu seio. Do mesmo modo, São José poderia ter se recusado a ser o casto pai terreno de Cristo. Poderia ter se afastado, procurado outra mulher, outra vida. Mas não o fez. São José também colocou-se nas mão de Deus, fez renúncias e viveu como servo do Senhor. Nada lhe foi imposto, ele também foi convidado.

Assim como Maria e José, nós também somos convidados a aceitar Jesus, a nos fazermos servos de Deus. Mas que papel faremos nós? Papel semelhante ao de Maria e de José, acolhendo o Salvador? Ou papel semelhante aos dos moradores de Belém, que trancaram suas portas, fecharam suas estalagens? A escolha é nossa.

Talvez você se pergunte: o que, afinal de contas, significa aceitar Jesus, dizer a Ele o nosso “sim”? Significa mudar de vida, significa renascer com Ele. Significa deixar para trás medos, fraquezas e vícios. Você se importa demais com dinheiro? Aprenda a reparti-lo. Você só quer saber de si mesmo? Aprenda a amar. Você valoriza demais a aparência? Aprenda a relaxar. Você prefere gastar seu tempo com TV, jogos, bebida, internet? Aprenda a se dedicar a coisas úteis e construtivas para o seu próximo. Você vive brigando com sua família? Busque a reconciliação. Tudo isso é apenas um começo, pois a caminhada é longa, mas recompensadora. É sinuosa, mas guiada por Jesus Cristo em pessoa. É árdua, mas apoiada pelo próprio Deus.

O Natal se aproxima. é momento de procurar ser homens e mulheres melhores: mais amáveis, mais prestativos, mais castos, mais alegres, mais fiéis, mais leais, mais fortes, mais humildes, mais solidários. E, quando o Natal passar, continuarmos assim, progredindo, melhorando.

Vivamos este Natal com profunda alegria. Afinal, estamos comemorando o nascimento de uma criança bela e amorosa, que cresceu para se tornar o melhor ser humano de todos os tempos. E mais: estamos comemorando a chegada, em nosso meio, em carne e osso, do próprio Deus. É momento de muita festa, de muita comemoração, de muita alegria. É momento de perdão, de partilha, de união.

É com tais atos, é com tal disposição, que estaremos dizendo, então, como fez Maria: “Senhor, eis aqui o seu servo. Faça-se em mim segundo a sua vontade”.

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sábado, 6 de dezembro de 2008

Adeste Fideles




Adeste Fideles é uma das mais populares canções natalinas de todos os tempos e a autoria da letra e da música é disputada por muitos países. Há quem aponte São Boaventura (século XIII) como o autor da letra, outros indicam o rei português D. João IV (século XVII) e outros o músico inglês John Francis Wade (Século XVIII). Conta-se também que a melodia da canção foi cantada por representantes portugueses durante um encontro entre um embaixador de Portugal e o rei britânico na Inglaterra. Sabe-se apenas que o texto original foi escrito em latim.

Há traduções em muitas línguas, algumas com grandes diferenças para o que se considera ser o original. Os filmes popularizaram muito a versão O Come All Ye Faithful. Em português, encontrei a versão Cristãos, vinde todos, adaptada por Fr. Emílio Scheid, conforme informação do site da Editora Paulus (vide partitura).

Assistam ao vídeo acima com a canção cantada por Andrea Bocelli. E não percam esta versão aqui, também altamente recomendada.

Abaixo, a letra em latim e em seguida uma tradução literal para o português. Mais adiante, a versão Cristãos, vinde todos.

Adeste Fideles

Adeste, fideles, laeti triumphantes;
Venite, venite in Bethlehem.
Natum videte Regem angelorum.

Venite adoremus, venite adoremus,
Venite adoremus, Dominum.

(a parte a seguir não aparece em todas as versões)

Deum de Deo, lumen de lumine,
Parturit virgo mater,
Deum verum, genitum, non factum.

En grege relicto, humiles ad cunas
Vocati pastores approperant:
Et nos ovanti gradu festinemus.

Stella duce, Magi Christum adorantes,
Aurum, thus, et myrrham dant munera.
Jesu infanti corda praebeamus.

Aeterni Parrentis splendorem aeternum
Velatum sub carne videbimus,
Deum infantem, pannis involutem.

Pro nobis egenum et foeno cubantem
Piis foveamus amplexibus;
Sic nos amantem quis non redamaret?


Tradução:

Ó venham,todos os fiéis, Alegres e triunfantes
Ó venham, ó venham para Belém!
Venham e sigam-No, Nasceu O Rei dos anjos!

Ó venham adorá-Lo! Ó venham adorá-Lo!
Ó venham adorá-Lo! Cristo, o Senhor!

Ó venham,fiéis, Alegres e triunfantes
Ó vinde,Ó vinde à Belém!
Vejam, nasceu O Rei dos anjos
Ó vinde adoremos, ó vinde adoremos,

ó vinde adoremos O Senhor!

Cristãos, vinde todos

1.Cristãos. vinde todos, com alegres cantos
Oh! vinde, oh! vinde até? Belém.
Vêde nascido vosso Rei eterno.

Ref.: Oh! vinde adoremos!
Oh! vinde adoremos!
Oh! vinde adoremos Salvador!

2.Humildes pastores deixam seus rebanhos
E alegres acorrem ao Rei dos céus
Nós igualmente, cheios de alegria.

3.O Deus invisível de eternal grandeza,
Sob véus de humildade, podemos ver.
Deus pequenino, Deus envolto em faixas!

4.Nasceu em pobreza, repousando em palhas,
O nosso afeto lhe vamos dar.
Tanto amou-nos! Quem não há de amá-lo?

5.A estrela do Oriente conduziu os Magos
E a este Mistério envolve em luz.
Tal claridade, também, seguiremos.

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

O verdadeiro Natal



As fachadas das lojas estão repletas de um deles e os corações humanos quase sempre estão fechados para o Outro. Um salvou a humanidade e mudou a história, entretanto foi o outro que se tornou, involuntariamente, a grande estrela do fim do ano.

Mas a singela imagem acima mostra as coisas como elas realmente são. Aliás, achei tocante a expressão no rosto de São Nicolau. Renas? Trenó? Duendes? Que nada. Jesus é o significado, é o centro, é tudo.

Viva o Natal!

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sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Devoção de Natal


Devoção de Natal - não sorrio quando te vejo fazer as montanhas de musgo do presépio e dispor as ingênuas figuras de barro em volta da gruta. Nunca me pareceste mais homem do que agora, que pareces uma criança.



São Josemaría Escrivá - Caminho, nº 557


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Ajude a Salvar o Natal

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

O Garoto do Tambor

Quando eu era pequeno, devo ter visto várias vezes este filme em stop-motion que costumava passar nas tardes do dia 24 ou do dia 25 de dezembro.

O filme foi feito a partir da letra de uma música muito popular na cultura americana: "Little Drummer Boy", composta e escrita por Katherine K. Davis em 1941. Há uma infinidade de versões, a maioria em inglês. A canção conta a história de um menino pobre que, não tendo nada a oferecer ao racém nascido Menino Jesus, oferece a ele uma música tocada com seu tambor.

É um conto singelo, em que sobressaem a humildade e o louvor a Cristo.

Veja abaixo a letra original e a tradução. Assista também ao vídeo e mate saudades.



Little Drummer Boy

Come they told me, pa rum pum pum pum
A new born King to see, pa rum pum pum pum
Our finest gifts we bring, pa rum pum pum pum
To lay before the King, pa rum pum pum pum,
rum pum pum pum, rum pum pum pum.

So to honor Him, pa rum pum pum pum,
When we come.

Little Baby, pa rum pum pum pum
I am a poor boy too, pa rum pum pum pum
I have no gift to bring, pa rum pum pum pum
That's fit to give the King, pa rum pum pum pum,
rum pum pum pum, rum pum pum pum.

Shall I play for you, pa rum pum pum pum,
On my drum?

Mary nodded, pa rum pum pum pum
The ox and lamb kept time, pa rum pum pum pum
I played my drum for Him, pa rum pum pum pum
I played my best for Him, pa rum pum pum pum,
rum pum pum pum, rum pum pum pum.

Then He smiled at me, pa rum pum pum pum
Me and my drum.

O Garoto do Tambor

Venha, me disseram (pa-rum-pa-pun-pun)
há um rei recém nascido para ver (pa-rum-pa-pun-pun)
Levaremos nossos presentes mais finos (pa-rum-pa-pun-pun)
Para os depositar diante do rei (pa-rum-pa-pun-pun)

Então, o honraremos (pa-rum-pa-pun-pun)
Quando lá estivermos

Bebezinho (pa-rum-pa-pun-pun)
Sou um garoto pobre também (pa-rum-pa-pun-pun)
Não tenho presentes para trazer (pa-rum-pa-pun-pun)
Que sejam dignos de um rei (pa-[rum-pa-pun-pun x3])

Posso então tocar pra você (pa-rum-pa-pun-pun)
Em meu tambor?

Maria concordou (pa-rum-pa-pun-pun)
O boi e o cordeiro seguiram no compasso (pa-rum-pa-pun-pun)
Eu toquei meu tambor pra ele (pa-rum-pa-pun-pun)
Eu toquei o meu melhor para ele (pa-[rum-pa-pun-pun x3])
Então ele sorriu para mim (pa-rum-pa-pun-pun)
Para mim e meu tambor

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

É o Natal que se aproxima

Um belo texto que circula pela Internet:

Autor: Reinaldo C. Moscatto


Final do ano. Andando pelas ruas das cidades, percebemos que as casas começam a ser enfeitadas. O comércio apresenta suas fachadas luminosas, vitrines decoradas com muitas cores. Atrativos os mais diversos para o consumo. É o Natal do mundo materialista. Do velhinho de barbas.

É o Natal que se aproxima. Nós nos transformamos. Floresce o espírito de fraternidade, solidariedade, caridade e amor, como nunca. Festas de confraternização são organizadas. Trocam-se presentes. Doam-se cestas de alimentos. Famílias se reúnem. Ceias e almoços se realizam. É o Natal que se aproxima. E o aniversariante?! Sabemos de fato o que representa o Natal? Jesus! O Salvador. A verdadeira razão do Natal não tem vez.

É o Natal que se aproxima. Natal é todo dia e começa em nossos lares; no trabalho; no grupo de amigos; no clube que freqüentamos; é a vivência e a prática dos ensinamentos do Mestre. Se Jesus, “o aniversariante”, ocupasse em nossos corações o espaço que lhe é de direito, o mundo seria bem melhor. Não haveria tanta violência; crianças e pedintes pelas ruas; casamentos desfeitos; traições; guerras; tantas doenças provocadas pela prática desenfreada do sexo; os nossos políticos pensariam, com certeza, nos menos favorecidos; não haveria tantas injustiças sociais; o empresário não seria tão ganancioso; o empregado seria mais consciente de suas obrigações; não haveria tanto desemprego; não seríamos falsos cristãos que freqüentamos missas e cultos, mas não vivificamos os ensinamentos de Jesus.

É o Natal que se aproxima. Natal é partilhar o que somos e o que temos,
principalmente com aqueles que não são respeitados como gente. Natal é todo dia. É saber perdoar, dialogar e esquecer as ofensas recebidas; é ouvir; deixar o egoísmo e descobrir que o mundo não existe apenas em volta de você; é reconhecer o erro e pedir desculpas; é respeitar a esposa(o); fazer do lar um lar verdadeiramente cristão; é os cristãos se respeitando e deixando de lado suas diferenças doutrinárias para juntos anunciarem a boa nova que é Jesus Cristo. É saber fazer uso do dinheiro; o sexo por amor e não pelo desejo; é ter humildade e não fazer do poder o objetivo da própria existência.

Natal é todo dia. É pensar como Jesus pensou; é procurar fazer o que ele fez e amar como ele amou. O Natal que eu quero e desejo para você é o verdadeiro Natal cristão. O Natal que eu quero e desejo para você é um Natal diário, repleto de amor e paz, cheio da presença de Jesus Cristo. “Que a paz de Jesus esteja convosco!”.


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Ajude a Salvar o Natal
Campanha "Ajude a Salvar o Natal" ganha adeptos

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Campanha "Vamos Salvar o Natal" ganha adeptos

Aos pouquinhos a campanha Vamos Salvar o Natal, que propusemos aqui outro dia, vai ganhando adeptos. O objetivo é incentivar as pessoas a viverem o Natal de forma integral, isto é, não apenas participando de rituais como ceias e trocas de presentes, mas celebrando o nascimento de Jesus Cristo, Nosso Salvador.

A idéia da campanha surgiu a partir de um post do Jorge Ferraz no blog Deus lo Vult!. Ali ele lembrava a descaracterização pela qual essa grande festa passou nos últimos tempos, a ponto de ficar completamente desvirtuada.

Sugerimos então a criação de um selo que poderá ser colocado em outros blogs. Esperamos também discutir ouras estratégias de divulgação, como uma blogagem coletiva, sugerida pela Docinhu. O Demerval Jr. também sugeriu um lema muito bom: "Neste Natal, dê um presente para Jesus: evangelize sua família!" E novas idéias ainda podem surgir.

Isso sem falar, é claro, do mais importante: a atitude que cada um de nós pode tomar em particular na sua família, no trabalho, no meio em que vive, enfim. Afinal, nao adianta nada divulgar uma idéia sem colocá-la em prática. Acho que precisamos rezar mais, evangelizar mais. Ao falar de Natal com os outros, falar de Jesus.

Obrigado a todos aqueles que já aderiram. Se você gostou da idéia, participe conosco!

Escreva alguma coisa em seu blog, coloque o selo da campanha ( é este que se encontra na nossa barra lateral).

Veja abaixo uma lista dos blogs que já participam da campanha (pelo menos os blogs que ficamos sabendo) :

Deus lo Vult!
Blog do Cainan
Pétala
Por que não dizem a verdade?...
Julie Maria
Cenários e Figurinos

sábado, 8 de novembro de 2008

Ajude a Salvar o Natal

O Natal está em perigo. Isso é verdade. Um post do Jorge Ferraz em seu blog Deus lo vult! me despertou para isso e me inspirou uma idéia.

Já não é de hoje que o verdadeiro significado do Natal vem se perdendo. Sabemos que é o dia em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo, Filho de Deus, nosso Salvador. Mas cada vez mais deixamos de lado esse significado fundamental para nos preocuparmos mais com ceias e presentes. E isso é muito triste.

A grande mídia - nos filmes, nas novelas, nas propagandas, nos jornais e revistas - criou um natal abstrato, em que nada em especial é comemorado. Nesse natal contemporâneo vemos mitos Papais Noéis (é esse o plural?), uma infinidade de árvores brilhantes, presentes caros e papéis coloridos, mas muito pouco Jesus.

Nada contra os rituais de Natal. Eu mesmo gosto deles e acho que ajudam a enriquecer a festa. O que não podemos permitir é que ofusquem a festa. Ora, o Natal não existe por causa de Papai Noel.

Daí, a idéia: a Campanha Ajude a Salvar o Natal.

Que tal se cada um de nós pensar em pequenos gestos que resgatem o significado verdadeiro do Natal? E um pequeno gesto pode ser uma oração em família na noite de Natal, pode ser ir à Missa do Galo, pode ser levar um pouco de conforto a alguma pessoa que, por qualquer razão, não poderá participar dos festejos tradicionais. Não sei, há tantas possibilidades...

É muito comum hoje em dia os blogs abraçarem e divulgarem causas. Se você, leitor, achar que vale a pena, junte-se a essa campanha. Faça um post sobre isso, discuta esse assunto.

Imaginamos um selo para essa campanha, que ilustra este post e está na barra lateral do blog. Você pode copiá-lo e colocá-lo em seu blog. Se você tiver uma idéia de selo melhor, mande-o para nós. Do mesmo modo, se tiver sugestões sobre esse assunto, compartilhe-as conosco. Esta é uma idéia que está só no começo.

Diga-nos o que achou disso e conte-nos se você tiver resolvido aderir, deixando aqui o endereço do seu blog.


Veja abaixo o selo da Campanha. Ele já está na largura ideal para ser colocado na barra lateral de seu blog: 158 pixels. Participe!

"O que pode temer o filho nos braços do Pai?"

São Pio de Pietrelcina