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quinta-feira, 7 de maio de 2009

Conheça a Igreja XXIV: O Neocatecumenato

Ícone da Virgem e o Menino, pintado por Kiko Argüello, é o símbolo do Neocatecumenato

O Caminho Neocatecumenal ou simplesmente Neocatecumenato, é um movimento fundado na Espanha pelos leigos Kiko Argüello e Carmen Hernández em 1964. O caminho se define como "um itinerário de formação católica válida para a sociedade e para os tempos hodiernos" (João Paulo II, Carta “Ogniqualvolta”).

Seu nome remete ao catecumenato, período de aprendizado e de aprofundamento da fé por que passavam antes de serem batizados, nos primeiros tempos do Cristianismo, os pagãos que se convertiam a Cristo. Sendo assim, o Caminho Neocatecumenal seria um "itinerário de formação cristão pós-batismal" à disposição dos bispos e destinados especialmente àqueles que se afastaram da Igreja, àqueles que não receberam formação cristã adequada ou suficiente, aos que proveem de outras religiões e também a todos os que desejam se aprofundar na fé.

O Caminho se organiza nas paróquias em pequenas comunidades inspiradas na Sagrada Família. Aqueles que decidem trilhar seu itinerário passam pelas seguintes etapas (em cada uma, além de aprender sobre a fé, são instados a viver o que aprenderam):

Catequeses iniciais (ou kerigmáticas): conjunto de 15 encontros realizados ao longo de dois meses e finalizados com uma convivência que dura três dias.

Pré-Catecumenato - esta etapa engloba as catequeses iniciais, mas vai além. Tem duração de aproximadamente dois anos. Nesse período, os neocatecúmenos se aprofundam nos estudos bíblicos. Esta etapa é pontuada pelos chamados "Primeiro" e "Segundo Escrutínio", que são celebrações especiais.

Catecumenato Pós-Batismal - nesta fase, que também dura aproximadamente dois anos, os catecúmenos se aprofundam nas orações litúrgicas e desempenham atividades missionárias (na própria paróquia em que vivem).

Eleição - é a conclusão do Caminho Neocatecumenal. Na cerimônia de eleição, os catecúmenos renovam as promessas batismais e, em seguida, devem visitar a Terra Santa como sinal de suas bodas com Cristo.

O Neocatecumenato também faz a preparação de não cristãos para o batismo, promovendo algumas adaptações em seu itinerário para esses casos.

O Caminho também se dedica à formação de sacerdotes, o que faz por meio dos seminários Redemptoris Mater. Além disso, há os Centros Neocatecumenais Diocesanos, que têm como objetivo favorecer "o encontro entre o Bispo, ou um delegado dele, os párocos e os presbíteros, os catequistas e os responsáveis das comunidades" nas dioceses. No Brasil, são cinco centros: em Brasília, São Paulo, Franca (SP), Jundiaí (SP) e Umuarama (PR).

Em 2006 o Neocatecumenato recebeu algumas concessões litúrgicas especiais da Santa Sé. Por exemplo, as comunidades neocatecumenais são autorizadas a celebrar a missa dominical na noite de sábado até três vezes ao mês, conforme acordo feito com o bispo em cada diocese em que o Caminho atuar. Também foi permitido ao Caminho que, durante a celebração da palavra, seja permitido aos fiéis, antes da homilia, fazer uma breve intervenção, desde que esse não se caracterize como homilia (que é reservada ao sacerdote ou ao diácono).

Mais informações:
Site oficial no Brasil
Site oficial internacional

Redemptoris Mater

Papa Bento XVI com Kiko Argüello, Carmen Hernández e padre Pezzi

segunda-feira, 23 de março de 2009

Conheça a Igreja XXI: O Movimento dos Focolares


A fundadora Chiara Lubich ao lado do Papa João Paulo II

O Movimento dos Focolares (Movimento dei Focolari), cujo nome oficial é Obra de Maria, foi fundado em 1943 na cidade italiana de Trento, por Chiara Lubich (22/01/1920-14/03/2008). O nome significa "lareira" em italiano. Sua criação foi uma resposta aos horrores da Segunda Guerra Mundial: à violência, as primeiras focolarinas queriam responder com amor.

Aos poucos o primeiro grupo inicial foi se transformando num movimento. Em 1947, obteve a aprovação do então bispo de Trento, Monsenhor Carlo de Ferrari. Em 1962 e 1990, recebeu as aprovações pontifícias.

O conceito de "amor evangélico" está no centro da espiritualidade do Movimento dos Focolare: "
Deus-Amor é a primeira centelha inspiradora" é uma de suas divisas. Também fundamental é o conceito de "espiritualidade da unidade", que se refere à expressão do amor fraterno: "A medida do amor mútuo, que gera a unidade, encontra-se neste ápice de amor. Uma unidade que torna visível a presença do Ressuscitado no lugar onde cada pessoa vive."

O objetivo dos Focolares é "Contribuir para a fraternidade universal e compor em unidade a família humana, segundo a oração de Jesus: 'que todos sejam um' (Jo. 17,21)". Para isso, busca o diálogo dentro da Igreja, mas também com cristãos de outras denominações, com não-cristãos e mesmo com pessoas sem religião. O movimento trabalha bastante com ecumenismo e com diálogo interreligioso.

O movimento está presente hoje em 182 países, tendo 141 mil membros, homens e mulheres, e dois milhões de aderentes e simpatizantes - dos quais, cem mil não-cristãos e ateus. Dentro do movimento, há 18 ramificações. Entre elas, podemos citar:

Humanidade Nova - composta sobretudo por leigos que atuam como "voluntários de Deus".

Famílias Novas - compostas peos membros casados.

Jovens por um Mundo Unido - ramificação em que se engajam os jovens no movimento. esenvolve atividades de solidariedade. Seus integrantes são conhecidos como "Gen 2".

Movimento Juvenil pela Unidade - ramificação para os adolescentes, os "Gen 3". Muitos provêem da "Gen 4", a geração das crianças.

Há ainda o Movimento Sacerdotal, o Movimento Paroquial, o Movimento dos Religiosos e outros.

Os Focolare também mantêm no mundo todo 35 Mariápolis Permanentes: comunidades semelhantes a cidades em que se busca promover uma vida baseada nos valores cristãos. No Brasil, são 3 - Mariápolis Glória, em Benevides (PA); Mariápolis Santa Maria, em Igarassu (PE); e Mariápolis Ginetta, em Vargem Grande Paulista (SP). Além dessas, há os Centros Mariápolis, 63 no mundo inteiro, que são escolas de formação social e espiritual para os membros. No BNrasil, são 5 - um emcada Mariápolis Permanente e um em São Leopoldo (RS0 e outro em Manaus. Os Congressos anuais do movimento também são denominados Mariápolis.

O movimento também desenvolve atividades como a Economia de Comunhão, projeto econômico iniciado em 1991 no Brasil e que inspira a administração de mais de 750 empresas no planeta. O princípio da Economia de Comunhão é a distribuição dos lucros com três finalidades:
"1) consolidação da empresa com justos salários e respeito às leis vigentes; 2) ajuda aos necessitados e criação de postos de trabalho; 3) sustento a estruturas aptas para formar homens capazes de viver a cultura da solidariedade, a cultura da partilha."

Duas conhecidas bandas católicas são vinculadas aos Focolare: O Gen Rosso (masculina) e o Gen Verde (feminina).
Para saber mais:
Site oficial internacional (em português e outros idiomas)
Site oficial brasileiro
Site oficial português
Perguntas e Respostas sobre os Focolares no site Cleofas
Site oficial da Economia de Comunhão
Página Oficial "Jovens por um Mundo Unido"
Página Oficial "Movimento Juvenil pela Unidade"
Blog de George Rafael sobre o Movimento

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Conheça a Igreja XVIII: O Cursilho de Cristandade


O Movimento Cursilho de Cristandade (MCC) é um movimento eclesial leigo. Nasceu na Espanha nas décadas de 30 e 40, pela iniciativa da Juventude da Ação Católica Espanhola. O nome "Cursilho" se deve ao fato de que foi organizada uma peregrinação de 80 mil jovens a Santiago de Compostella, jovens esses que passaram por pequenos cursos preparatórios, ou cursilhos. Depois dessa peregrinação, os cursilhos prosseguiram, tendo agora como objetivo a evangelização permanente.

O MCC chegou ao Brasil em 1962, trazido por missionários espanhóis. A primeira cidade brasileira onde se desenvolveu é Valinhos, em São Paulo.

O carisma do MCC consiste no anúncio da mensagem cristã às pessoas que participam do Cursilho, para torná-las aptas a anunciar a Boa Nova, levando-as a um encontro consigo mesmas, com Jesus Cristo e com as realidades do mundo nas quais estão imersas, sendo, no seio da sociedade, tanto pessoal como comunitariamente, fermento que transforma, sal que dá sabor e luz que ilumina, segundo os preceitos do Evangelho.

Para alcançar sua finalidade o MCC tem um método próprio, que se concretiza em três tempos ou etapas:

a) O Pré-Cursilho no qual se faz a busca das áreas ou dos ambientes a serem evangelizados, a escolha e a preparação dos líderes desses ambientes.

b) O Cursilho (curso vivencial que dura normalmente três dias), durante o qual se faz a proclamação do fundamento cristão ou Plano de Deus àqueles líderes. As pessoas geralmente se inscrevem ou são convidadas para participar. Há cursilhos masculinos e femininos.

c) O Pós-Cursilho, no qual se dá a inserção daqueles líderes na Pastoral Ambiental.

Depois de participar do Cursilho, os cursilhistas, como são chamados, continuam se reunindo frequentemente em pequenos núcleos para estudar os evangelhos e documentos da Igreja. Tabém acontecem as chamadas ultreyas, que são grandes assembléias mensais. A palavra ultreya quer dizer, em espanhol, "seguir adiante"- o nome remete à origem do movimento, aos cursilhos feitos por peregrinos.

Para saber mais, clique:

Página Oficial do MCC no Brasil
Página Oficial do MCC na Espanha (em espanhol)
MCC em São José do Rio Preto (SP)

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Conheça a Igreja XIV: O Opus Dei

O Opus Dei ("Obra de Deus") é hoje um dos mais importantes movimentos eclesiais e, talvez por isso, alvo preferencial de inúmeras campanhas difamatórias contra a Igreja. Muito se fala hoje sobre o Opus Dei, mas, infelizmente, muito pouco se esclarece. "Ultraconservador" é a palavra usada com maior freqüência para descrever o movimento. Vejamos agora algumas informações.

A Prelazia da Santa Cruz e Opus Dei - ou, simplesmente, o Opus Dei - foi fundada em 1928 na Espanha por São Josemaría Escrivá. Sua característica fundamental - o seu carisma - é o entendimento de que o Evangelho deve ser vivido no dia-a-dia, nas circunstâncias mais corriqueiras da vida, como o trabalho, os estudos, a convivência social e familiar, sem que seja obrigatoriamente necessário o isolamento em relação ao mundo. O próprio Opus Dei afirma que "
Sua missão consiste em difundir a mensagem de que o trabalho e as circunstâncias do dia-a-dia são ocasião de encontro com Deus, de serviço aos outros e de melhora da sociedade."

O Opus Dei é uma prelazia pessoal - a única atualmente existente. A figura da prelazia pessoal foi criada pelo Concílio do Vaticano II e consiste numa espécie de diocese sem circunscrição territorial, comandada por um prelado. Isso significa que os sacerdotes do Opus Dei devem obediência diretamente ao prelado do Opus Dei e não ao bispo da diocese em que trabalham. Mas é bom lembrar que um padre do Opus Dei só pode trabalhar numa diocese com a autorização do bispo local.

Atualmente, o Opus Dei é composto por aproximadamente 85 mil pessoas em todo o mundo, entre homens e mulheres. Desse total, apenas dois mil são sacerdotes. O restante são os chamados "adscritos", "numerários" e "supernumerários". Os adscritos são pesoas que decidem dedicar sua vida a servir a Deus por meio do Opus Dei, fazendo voto de castidade, mas sem abandonar suas famílias e suas profissões. Já os numerários também fazem voto de celibato, mas vivem nos centros do Opus Dei, ficando disponíveis o tempo todo para servir. É importante ressaltar: nem adscritos nem numerários são monges. Apesar de viverem também uma vida de oração, sua adesão é diferente. Por exemplo, não usam hábito, nem seguem uma regra específica (como a regra de São Bento, ou a Regra de São Francisco).

Mas, na verdade, cerca de 70% do membros do Opus Dei são supernumerários: homens e mulheres casados que buscam, por meio do Opus Dei a santificação de seus lares.

Há ainda os cooperadores (ou colaboradores) e os padres da Sociedade Sacerdotal da Santa Cruz, que não estão contados entre os 85 mil membros da Opus Dei. Cooperadores são leigos que, sem se incorporarem à Prelazia, ajudam em atividades assistenciais, de promoção social, cultural e participam de atividades de formação espiritual, como retiros, convívios, etc. Existem até não-cristãos entre os colaboradores do Opus Dei.

Já a Sociedade Sacerdotal da Santa Cruz é composta por sacerdotes integrantes da prelazia e por membros do clero diocesano (ou seja, que não são do Opus Dei). Atualmente, é composta por cerca de 4 mil sacerdotes em todo o mundo. Os sacerdotes diocesanos que integram a sociedade continuam subordinados ao seu bispo e não ao prelado, mas buscam no Opus Dei (assim como os cooperadores leigos) ajuda para sua formação espiritual.

O fiel da Opus Dei - seja sacerdote da prelazia, adscrito, numerário, supernumerário, colaborador ou membro da Sociedade Sacerdotal da Santa Cruz - busca no Opus Dei um caminho para a própria santificação e compromete-se a fazer do seu trabalho, da sua profissão, do seu dia-a-dia, meios de evangelização. A "santificação do trabalho" é um dos princípios fundamentais da espiritualidade da Prelazia. "Buscar a santidade no trabalho significa esforçar-se para realizá-lo bem, com competência profissional e com sentido cristão, ou seja, por amor a Deus e para servir os homens. Assim, o trabalho cotidiano converte-se em lugar de encontro com Cristo."

Para saber mais sobre o Opus Dei:

Site Oficial
Para saber sobre o cilício e as mortificações corporais
Dúvidas gerais: esclarecedor tópico no Orkut sobre o Opus Dei
Editora Quadrante - excelente editora ligada ao Opus Dei

domingo, 14 de setembro de 2008

Conheça a Igreja XI: A Renovação Carismática



A Renovação Carismática Católica (RCC) é um movimento da Igreja surgido nos Estados Unidos em 1967. Tudo começou em um retiro espiritual na Universidade de Duquesne, na cidade de Pittsburgh. Alguns estudantes e professores participaram desse e de outros retiros, em que era enfatizada a ação do Espírito Santo na vida de cada um de nós. Rapidamente a Renovação Carismática (em inglês, Charismatic Renewal) chegou a outros países. No Brasil, ela começou em Campinas, em 1969, com o padre Eduardo Dougherty.

O Grupo de Oração é a base da estrutura da Renovação Carismática. Os participantes do movimento reúnem-se semanalmente em suas paróquias em grupos liderados por leigos. Muitos dos grupos de oração deram origem às comunidades carismáticas, onde os laços de vida entre seus integrantes são mais estreitos. Estas comunidades têm várias estruturas, vocações, formas e graus de dedicação. Algumas delas foram muito importantes para o desenvolvimento e propagação da Renovação.

A RCC ressalta a necessidade de cada cristão confirmar, em suas ações, os votos feitos no batismo e na crisma e de buscar Jesus tendo como suporte os dons do Espírito Santo.

A Renovação Carismática coloca uma ênfase especial nas obras do Espírito Santo. Os Frutos do Espírito são amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança” (Gálatas 5:22). Ele também concede dons aos cristãos tais como os dons de profecia, línguas, discernimento, sabedoria, cura, fé, milagres, sabedoria e ciência. A Renovação Carismática Católica acredita que atualmente esses dons estão novamente sendo concedidos.

Nosso próximo verbete: A Ordem de São Francisco

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Conheça a Igreja X: Os Movimentos Eclesiais

Cada homem e cada mulher é chamado a participar ativamente da evangelização. Uma participação passiva já não é mais suficiente: cada um pode e deve contribuir de alguma forma para a construção do Reino de Deus aqui na Terra.

Os movimentos eclesiais são um excelente caminho para aqueles que não são vocacionados ao sacerdócio ou à vida consagrada, mas que podem contribuir para a evangelização; ou seja, para os leigos. Eles são como associações de fiéis, cujo objetivo é a defesa e a promoção dos valores da Igreja. Pode-se dizer que um movimento eclesial é uma forma eficiente de levar, por meio dos fiéis, a ação da Igreja ao mundo.

Desde muitos séculos existem movimentos eclesiais. Na Idade Média eram muito comuns as confrarias. No século XIX eles começaram a se expandir e no século XX, sobretudo a partir do Concílio do Vaticano II, eles se multiplicaram. No Concílio, a Igreja percebeu a importância desses movimentos e decidiu impulsioná-los, incentivando sua criação, ampliando sua liberdade, mas também suas responsabilidades.

No mundo atual, há uma infinidade de movimentos. Alguns são recentes e ainda estão se organizando; outros são antigos e já contam com grande estrutura e o aval do Vaticano. Alguns contam com a participação direta de sacerdotes e de leigos, outros são formados apenas por leigos, mas todos contam com a orientação de padres e bispos. Cada um dos movimentos eclesiais tem uma característica especial, o carisma, buscando cumprir missões específicas. Alguns são mais contemplativos, outros mais ativos. Alguns buscam levar caridade aos pobres, outros procuram enganajar nesse serviço os ricos. Mas todos eles têm algumas coisas em comum: eles servem à Igreja e à comunidade onde estão inseridos, obedecendo ao Papa, aos bispos e aos sacerdotes. Participar de algum desses movimentos, conforme a pessoa se identificar com eles, é uma ótima forma de servir a Cristo e aos irmãos.

Apenas a título de exemplo, citemos alguns movimentos eclesiais (são só alguns: há incontáveis movimentos no mundo inteiro):

Renovação Carismática Católica (RCC), Movimento de Cursilho de Cristandade (MCC), Oficinas de Oração e Vida (TOV), Movimento Regnum Christi, Opus Dei, Focolares, Neocatecumenato, Legião de Maria, Toca de Assis, Movimento Comunhão e Libertação, Emaús, Movimento de Vida Cristã, Ajuda à Igreja que Sofre, Caritas, Sociedade São Vicente de Paulo, Apostolado da Oração, Terço dos Homens, comunidades católicas (Comunidade Canção Nova, Comunidade Shalom, Comunidade Beatitudes, etc) .

"Hoje, a Igreja alegra-se ao constatar o renovado cumprimento das palavras do profeta Joel, que há pouco escutámos: 'Derramarei o Meu Espírito sobre toda a criatura...' (Act 2, 17). Vós aqui presentes sois a prova palpável desta 'efusão' do Espírito. Cada movimento difere do outro, mas todos estão unidos na mesma comunhão e para a mesma missão. Alguns carismas suscitados pelo Espírito irrompem como vento impetuoso, que arrebata e atrai as pessoas para novos caminhos de empenho missionário ao serviço radical do Evangelho, proclamando sem temor as verdades da fé, acolhendo como dom o fluxo vivo da tradição e suscitando em cada um o ardente desejo da santidade."
trecho do Discurso do Papa João Paulo II aos participantes do Congresso Mundial dos Movimentos Eclesiais - Roma, 1998.

Nosso próximo verbete: A Renovação Carismática Católica (RCC).
"O que pode temer o filho nos braços do Pai?"

São Pio de Pietrelcina