sábado, 13 de dezembro de 2008

Carta ao diretor da Playboy México

Diante da horrível blasfêmia cometida pela revista Playboy México na sua edição de setembro, que foi divulgada pela imprensa brasileira, eu e um amigo decidimos encaminhar uma carta de protesto ao diretor da revista, Gabriel Bauducco. Para quem não sabe, o principal ensaio da revista mostra uma mulher nua caracterizada como Nossa Senhora. A imagem está, inclusive, na capa, com a chamada "Te adoramos, Maria".

Acho que precisamos todos reagir a essa ofensa a Nossa Mãe.

O endereço e e-mail para o qual mandamos o texto é: gabriel.bauducco@lyrsa.com.mx

Segue o texto. Primeiro em português e depois em espanhol (língua em que mandamos a carta):

Estimado senhor diretor da Playboy México,

Foi com grande consternação que eu soube, por meio de reportagens da imprensa brasileira, que a revista Playboy México produziu, na edição do mês de dezembro de 2008, ensaio fotográfico em que uma modelo é apresentada nua, mas caracterizada como Nossa Senhora, a Virgem Maria. Soube também que os textos que acompanham o ensaio buscam reforçar ainda mais essa identificação.

Manifesto meus protestos veementes contra essa atitude extremamente desrespeitosa e de abjeto mau gosto.

Se é inviolável a liberdade de expressão – e é –, ela também tem limites, como a própria Constituição do México explicita em seu artigo 70: “Es inviolable la libertad de escribir y publicar escritos sobre cualquiera materia. Ninguna ley ni autoridad puede establecer la previa censura, ni exigir fianza a los autores o impresores, ni coartar la libertad de imprenta, que no tiene más límites que el respeto a la vida privada, a la moral y a la paz pública. En ningún caso podrá secuestrarse la imprenta como instrumento del delito.

A constituição de seu país também garante a todos, em seu artigo 24, a liberdade religiosa, que só existe de fato quando há respeito às crenças de todos e de cada um.

Utilizar símbolos e imagens religiosas em contexto erótico (para dizer o mínimo), como fez a revista Playboy, ultrapassa claramente o limite da moral e configura um profundo desrespeito às crenças alheias.

Espanta que ensaio tão deplorável tenha sido produzido num dos países mais religiosos do mundo, onde há maior culto por Nossa Senhora, tão lamentavelmente ofendida por sua revista. Também causa tristeza o fato de a matéria ter sido publicada justamente no período que antecede o Natal. Não posso pensar em outra explicação a não ser a intenção explícita de chocar e ofender.

A ofensa cometida foi de tamanha proporção que ultrapassa os limites das nacionalidades. Católicos do mundo inteiro se sentiram ultrajados com a foto da capa.

A revista Playboy México deve um pedido de desculpas a todos nós. Mais que isso: a edição de dezembro deveria ser retirada de circulação, em sinal de respeito aos milhões de católicos do México e de todo o mundo. Espero também que esse tipo de ofensa não volte a se repetir.

Agora, em espanhol:

Estimado señor director de Playboy México,

Con gran consternación supe, por reportajes de la prensa brasileña, que la revista Playboy México ha hecho, en la edición de diciembre 2008, fotografías en las que una modelo desnuda está caracterizada como la Virgen María. Supe también que los textos que acompañan las fotos sostienen aún más esa identificación.

Por eso, debo manifestar mis enérgicas protestas contra tal actitud que falta con el respeto frente a tantas personas.

Si la libertad de expresión es inviolable – y así lo es, ella también tiene límites, como la propia Constitución de México, en el artículo 70, afirma: “Es inviolable la libertad de escribir y publicar escritos sobre cualquiera materia. Ninguna ley ni autoridad puede establecer la previa censura, ni exigir fianza a los autores o impresores, ni coartar la libertad de imprenta, que no tiene más límites que el respeto a la vida privada, a la moral y a la paz pública. En ningún caso podrá secuestrarse la imprenta como instrumento del delito.

La constitución mexicana también se la garante a todos, en el artículo 24, la libertad religiosa, que solamente existe efectivamente cuando hay respeto a las creencias de todos y de cada uno.

Utilizar símbolos e imágenes religiosas en un contexto erótico, como la revista Playboy hizo, lo pasa claramente el límite de la moral y demuestra una profunda falta de respeto a las creencias alheñas.

También es espantoso creer que tan deplorable ensayo fotográfico se produjo en un de los países más religiosos de todo el mundo, en el que hay un culto más grande por la Virgen María. Es triste veer que se publicó esta reportaje justo cerca de la Navidad. Esta proximidad con la fiesta permite creer que la intención explícita fue la de chocar y ofender.

La ofensa cometida por la revista fue da tamaña proporción que sobrepasa los límites de nacionalidades. Católicos de todo el mundo se sintieron ultrajados con la foto de capa de la revista.

Playboy México debe a nosotros un pedido de disculpas. Nadie puede arrogar el derecho la libertad de expresión para molestar los demás en su creencia. Un señal de cordialidad y respeto de la revista frente a los millones de católicos de México y de todo mundo sería sacar de circulación la edición de diciembre.

Espero, con sinceridad, que eso no vuelva a ocurrir.

3 comentários:

Ecclesiae Dei disse...

Valeu!!!
Vou mandar também! Adorei a idéia

Kenosis disse...

Caríssimo irmãozinho e "cia", tem selos pra vc no Amor Dei!!! Forte abraço em Jesus e Maria!!!

wagnermoura disse...

Estimado uma ova! :) Copiei. Mandei. Parabéns pela iniciativa e pelo espanhol! Perfecto!

"O que pode temer o filho nos braços do Pai?"

São Pio de Pietrelcina